O SINDICATO

HISTÓRICO

Com a necessidade da criação de um órgão com representatividade sindical para defender, coordenar e proteger interesses individuais e coletivos da atividade profissional dos policiais federais e servidores administrativos surge, em 22 de agosto de 1989, o Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Departamento de Polícia Federal no Estado de São Paulo (SINDPOLF/ SP).
Desde então, policiais e servidores do Estado contam com um órgão competente e coeso nas reivindicações sociais e trabalhistas, que tem realizado, desde sua fundação, ações que permitem a melhoria contínua das condições de trabalho no Departamento de Polícia Federal, colaborando com o fortalecimento da instituição e realizando as transformações que a categoria profissional deseja e a sociedade necessita.
O SINDPOLF é o único e legítimo representante no Estado de São Paulo de toda a Carreira Policial Federal, composta pelos cargos de Agente, Escrivão, Papiloscopista, Delegado e Perito, bem como pelos servidores administrativos do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos. A cada 40 segundos uma se suicida e a cada três há uma tentativa no planeta. O Brasil é o oitavo no ranking mundial e líder entre os países latino americanos com 11 mil mortes por ano. 

De acordo com o primeiro Boletim Epidemiológico de Tentativas e Óbitos por Suicídio no Brasil, divulgado pelo Ministério da Saúde há alguns dias,  essa é a terceira maior causa de morte entre homens de 15 a 29 anos e a oitava entre as mulheres na mesma faixa etária. 

Entre 2011 e 2016, o número de tentativas  de suicídio foi maior entre elas: 69% contra 31 % dos homens. As integrantes do sexo feminino também são mais reincidentes, porém os homens morrem mais: são 79% desse grupo e elas 21 %. 

Mais: entre 1999 e 2016, 42 policiais federais tiraram a própria vida sendo que, 19 apenas nos últimos cinco anos desse levantamento. “Suicídio é problema de saúde pública, tem grande complexidade”, comentou a psiquiatra Alexandrina Meleiro, que ministrou palestra no SINDPOLF/SP na sexta (29/09) para uma platéia que incluiu sindicalizados, diretores e psicólogos. 

Durante quase duas horas a médica discorreu sobre os vários aspectos do tema. Entre eles: 56% das pessoas morrem na 1ª tentativa de suicídio, 40% dos que tentaram tornam a repetir ao longo da vida, 25% faz nova tentativa no ano seguinte e 12% acabam se suicidando em 10 anos.  

De acordo com a médica, que também é autora do livro Suicídio Estudos Fundamentais, pode fazer toda  diferença a forma de abordagem a alguém que esteja com ideia de suicídio. “A pergunta ´você tem tido pensamentos ruins?´ costuma dar uma abertura enorme para se discutir mais abertamente a questão e saber se a pessoa  está pensando ou já planejou, se tem os meios em casa ou acesso a eles”, explicou a psiquiatra, que ao final do evento foi agraciada com um certificado de atuação no Encontro de Prevenção ao Suicídio.  

Humberto Paim (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) também esteve presente na palestra

 

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