O SINDICATO

HISTÓRICO

Com a necessidade da criação de um órgão com representatividade sindical para defender, coordenar e proteger interesses individuais e coletivos da atividade profissional dos policiais federais e servidores administrativos surge, em 22 de agosto de 1989, o Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Departamento de Polícia Federal no Estado de São Paulo (SINDPOLF/ SP).
Desde então, policiais e servidores do Estado contam com um órgão competente e coeso nas reivindicações sociais e trabalhistas, que tem realizado, desde sua fundação, ações que permitem a melhoria contínua das condições de trabalho no Departamento de Polícia Federal, colaborando com o fortalecimento da instituição e realizando as transformações que a categoria profissional deseja e a sociedade necessita.
O SINDPOLF é o único e legítimo representante no Estado de São Paulo de toda a Carreira Policial Federal, composta pelos cargos de Agente, Escrivão, Papiloscopista, Delegado e Perito, bem como pelos servidores administrativos do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal.

Em setembro a pequena Beatriz, de um ano e meio, começou a apresentar perda de apetite. Ficava brava e se recusava a comer. “Como ela parecia gostar mais de mamar no peito, achávamos que estava compensando de propósito“, disse o pai da menina, o Escrivão da Polícia Federal Flavio Ricardo Moraes Scherer, de 36 anos, que é filiado ao SINDPOLF/SP. 

Às vezes, ela vomitava e, além disso, os primeiros dentinhos começaram a nascer, o que poderia explicar também a indisposição da menina. Os pediatras consultados por ele e Bianca, sua esposa, desconfiavam de intolerância ao leite ou refluxo. Há cerca de duas semanas a garotinha, começou a apresentar dificuldade para andar e se equilibrar. 

“Trouxemos ela para o Hospital Einstein e, como os exames apresentavam infecção, os remédios visavam tratar desse problema. Mas já na segunda-feira (16/10), ela apresentou vômito em jato. E pedimos uma tomografia. Apareceu um tumor intracraniano que o médico disse que era grande, cerca de 4 cm. Depois da ressonância, ele constatou ser bem maior, mas evitou dar detalhes a cerca do real tamanho. Apenas disse que não deveríamos dar tanta importância para isto naquele momento”, comentou Flavio.

Na quarta-feira (18/10), o Dr. Marcos Augusto Stavale Joaquim (neurocirugião) e sua equipe deram início à cirurgia, que começou às 8h da manhã e terminou às 18h30. Por causa da complexidade do caso, Beatriz permaneceu na UTI. “Ela está se recuperando bem, mas foi muito manipulada e a cirurgia poderia deixar sequelas. Ficou só com um pouquinho de estrabismo em cada olho. Segundo o médico é transitório e com exercícios melhora”.  Na segunda-feira (23/10) foi liberada para o quarto. 

O convênio de Flávio cobre as despesas da internação,  UTI e quarto. Entretanto, o trabalho da equipe médica que fez a cirurgia ficou em R$160 mil. “Paguei metade, que era tudo o que tinha, resultado da venda do meu carro. Mas agora precisamos pagar a outra metade. Fora que ela vai fazer radioterapia e precisar de acompanhamento de oncologista particular e estamos na expectativa para saber se o plano vai cobrir.  Por conta disso, estamos aceitando doações de qualquer valor na minha conta corrente”, acrescenta o pai da menina. 

Para aqueles que queiram colaborar, seguem abaixo as informações para depósito. 

Flavio Ricardo Moraes Scherer

CPF: 034.523.789-77 

Banco do Brasil

Agencia: 1534-2

Conta 11430-8