O SINDICATO

HISTÓRICO

Com a necessidade da criação de um órgão com representatividade sindical para defender, coordenar e proteger interesses individuais e coletivos da atividade profissional dos policiais federais e servidores administrativos surge, em 22 de agosto de 1989, o Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Departamento de Polícia Federal no Estado de São Paulo (SINDPOLF/ SP).
Desde então, policiais e servidores do Estado contam com um órgão competente e coeso nas reivindicações sociais e trabalhistas, que tem realizado, desde sua fundação, ações que permitem a melhoria contínua das condições de trabalho no Departamento de Polícia Federal, colaborando com o fortalecimento da instituição e realizando as transformações que a categoria profissional deseja e a sociedade necessita.
O SINDPOLF é o único e legítimo representante no Estado de São Paulo de toda a Carreira Policial Federal, composta pelos cargos de Agente, Escrivão, Papiloscopista, Delegado e Perito, bem como pelos servidores administrativos do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal.

O agente Federal Sólon Linhares lançou, em Curitiba, o livro “Confisco de Bens”. A ideia é desvendar a problemática do crime organizado e como ele age no sistema financeiro.

A obra questiona crimes financeiros e indica formas de combater a corrupção sistêmica. O prefácio foi escrito pelo do Juiz Federal Sergio Moro. O autor explica que o confisco de bens dos corruptos é uma das saídas para inibir a pratica desses crimes. “Sem o confisco de bens o criminoso econômico sempre vai praticar o crime porque compensa”, destacou Sólon Linhares.

As ideias que estão no livro serviram de base para a proposta das 10 medidas contra a corrupção. O autor ajudou na elaboração do pacote anticorrupção que está sendo analisada pelo congresso.

A obra tem prefácio do juiz federal Sérgio Moro e posfácio do procurador do Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol.

De acordo com Linhares, o livro é o resultado aprimorado do seu doutorado, de mais de 5 anos de pesquisa.

Para o autor, o livro pode contribuir na mudança do senso comum, ou seja, o delinquente econômico se pautará pela premissa de que o crime, de fato, não compensa. “O confisco alargado produz essa mudança de paradigma”, ressalta.

Segundo Linhares, a obra é leitura obrigatória para todos os que se dedicam a estudar a problemática do crime organizado, seus tentáculos financeiros e a melhor forma de combatê-lo. “Em um mundo globalizado, os lucros auferidos por organizações criminosas podem ser facilmente dissimulados em ativos postos em qualquer lugar do mundo e a única forma de efetivamente combatê-las é com a sua descapitalização, tarefa árdua ante os estratagemas usados pelos envolvidos”, destaca.

O livro já está à venda e pode ser adquirido diretamente no site da editora.

Sinpef/PR