O SINDICATO

HISTÓRICO

Com a necessidade da criação de um órgão com representatividade sindical para defender, coordenar e proteger interesses individuais e coletivos da atividade profissional dos policiais federais e servidores administrativos surge, em 22 de agosto de 1989, o Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Departamento de Polícia Federal no Estado de São Paulo (SINDPOLF/ SP).
Desde então, policiais e servidores do Estado contam com um órgão competente e coeso nas reivindicações sociais e trabalhistas, que tem realizado, desde sua fundação, ações que permitem a melhoria contínua das condições de trabalho no Departamento de Polícia Federal, colaborando com o fortalecimento da instituição e realizando as transformações que a categoria profissional deseja e a sociedade necessita.
O SINDPOLF é o único e legítimo representante no Estado de São Paulo de toda a Carreira Policial Federal, composta pelos cargos de Agente, Escrivão, Papiloscopista, Delegado e Perito, bem como pelos servidores administrativos do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal.

Humberto Wendling Simões de Oliveira é pós-graduado em Administração de Marketing e graduado em Comunicação Social. Foi oficial do Exército e escalador militar e é Agente de Polícia Federal desde 1997, com atuações em Brasília, Belo Horizonte (repressão ao tráfico de entorpecentes) e Uberlândia (controle de produtos químicos vinculado à repressão ao tráfico), atuando como professor de Armamento e Tiro da PF.

AUTODEFESA Contra o Crime e a Violência

Foi promovido a Agente Especial em 2007, quando defendeu a monografia A Interferência do Medo e do Estresse nas Habilidades Policiais Treinadas para o Enfrentamento de Situações com Confronto Armado. Desenvolveu os treinos de tiro Autodefesa a Curta Distância, Autodefesa Policial, Fundamentos Básicos e Saque de Arma Dissimulada. É colaborador da Federação dos Policiais Federais e mantém o blog Sobrevivência Policial – Porque morrer não faz parte do plano.

Publicado pela Editora Baraúna (Veja em PDF).



Resumo:

2ª Edição! Porque morrer não faz parte do plano! Quantas vezes você já pensou na possibilidade de ser vítima de um criminoso? Como você se sentiu diante dessa possibilidade? Como seria se você estivesse diante de um assassino ou um maníaco sexual? E o que as infelizes vítimas de assassinos, torturadores e estupradores pensaram e fizeram ao se verem à beira da morte?